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Se navegar é preciso... Voltar pra casa é indiscutível.



Último dia é sempre o dia de buscar os presentes do amor e dos amiguinhos. E eu garimpei a maioria na Liberdade. Fui com a Ana Porto Alegre. Esse é o sobrenome dela e ela é de Porto Alegre. É como se eu fosse a Amélia Fortaleza. Passamos primeiro no Sebo do Messias pra ver se eu achava alguma edição antiga de Lucíola. Acabamos saindo as duas de lá com sacolas cheias. hahaha. Almoçamos no restaurante da lotérica e de lá fomos na Av. Paulista. Mais livros e sacolas. Voltamos pro hostel acabadas e haja força pra fechar as malas.
Anoite fomos a um karaokê. Mas em vez de irmos direto pra liberdade, fomos na Augusta. Pois é, a casa que teria karaokê nem tava aberta ainda e ia ter punk. Daí foi de volta pro metrô e rumo a Liberdade que tava vazia. Dois barzinhos em frente ao metrô e um ou dois restaurantes fechando aqui e ali.
Fomos no Porque Sim (que tinha karaokê, hell yeah) e ficamos rodando atrás de algum canto pra comer porque só tinha sala vaga a 1:45. Ainda era 23:30. Depois de rodar o bairro, entrarmos num restaurante pra sair logo em seguida e encontrar a famílias Splinter brisando resolvemos voltar ao Porque Sim. Sorte nossa que o pessoal foi com a nossa cara. Nos colocaram numa sala pra 10 pessoas com preço de 4, e ainda serviram uns quitutes pra amansar a fome. Depois me perguntam porque adoro a Liberdade.
Chegamos no hostel novamente por volta das 3:30. E dalí a 5 horas eu estaria voltando pra casa.
Navergar é preciso.
















