sábado, 28 de janeiro de 2012

Coisas de ultimamente

Nos últimos dias descobri o que era frio. Frio pra mim que to acostumada com 30 graus na sombra. Foi uma semana de chuvisco durante a noite e tempo fresco pela manhã. Mas há dois dias chovia direto. Ontem anoite usei dois casacos. WHAT??? Chegou a sair fumacinha da boca. O.o

Daí hoje o dia começa fresco e serelepe e umas 18 horas, isso mesmo 18 (se desse pra colocar caps lock no 18 eu botava), sair do shopping onde estava fazendo trabalho e eis que lá fora o sol aparece como se tivesse num comercial de leite ninho. Ai ai ai... lá vai todo mundo tirar os casacos. Vamo se decidir, São Pedro?

Ah, e meu nariz vai muito bem, obrigada! =)

Uma das coisas chatas de ficar num hostel é que depois de alguns dias você começa a ficar meio chato pra certas coisas. Eu já to aqui há três semanas. Chego 23h (calma mãe, eu venho acompanhada!), daí vou falar com o mister Belarmino, fazer pesquisas pros trabalhos dos cursos, descolar uma janta procurando alimentos abandonados na geladeira e eis que cerca de 2 da manhã, depois de uma toilete completa me deito pra dormir. Sendo que 6 da manhã começa o movimento no quarto das pessoas que vão trabalhar. As 9 é a vez da turma que não quer perder o café da manhã e somente as 23h a Amélia se levanta. Com cara de tijolo.

A maioria das pessoas tem noção de convívio com outros seres humanos. A minoria é retardada. Essa semana me apareceu um casalzinho de argentinos (e eu que defendia a raça) e eles achavam que tavam no Hilton. Ou no Four Seasons. Uma parede ENORME pra colocar as porcarias das mochilas e os fideégua colocam o trambolho deles na cortina! ABERTA! Meio aberta, tá, mas que 6 da manhã entra o caralho da luz toda! FDP!

Na sexta me acordaram de tanto mexer nas sacolas plásticas do inferno e nos zípers das bolsas do demônio. Ainda olhou pra mim com cara de Amélia dizendo “te acordei? Ai, desculpa.” E Eu respondi com cara de nazgul: Agora já foi né? Mongolóide! Ainda bem que já foram... Vamo ver quem será o próximo seu Lunga.

Mudando de assunto...

Todo dia almoço no mesmo lugar. Um mercadinho São Luis chamado Hirota. Lá tem um buffe de comidinhas caseiras e um preço em conta pra Sâo Paulo. Pra Fortaleza é como um Mistura Paulista da vida. Sendo que não é um restaurante.

Lá todo dia vejo um senhor. Chapéu, terno e uma muidez meio ranzinza. Ele todo dia almoça só. E geralmente chega antes de mim. O tempo que eu levo pra comer ele tira um cochilo recostado na parede. Eu vou embora e ele continua lá. Todo dia.

E vambora pra última semana!

Navegar é preciso!










quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Domingo - 22 - Catedral da Sé

Depois da Liberdade fomos tirar fotos na Sé. E esse post é mais pra mostrar as fotos mesmo, porque não aconteceu nada de extraordinário.
A catedral é tão grande que não cabe numa foto com detalhes, lá dentro é menor do que se espera e o altar fica bem longe dos reles mortais. As ruas ao redor são um pouquinho tensas, mas como estávamos num grupo grande não teve problema e de lá caminhamos pelo centro até uma loja que a empadinha de festa custa 3 reais.
Fotos fotos e mais fotos.

Navegar é preciso!
Registrar a viagem também...









































Domingo - 22 - Liberdade

Acordamos no domingo meio que no susto. Afinal a noite de sábado tinha rendido um bocado. Depois de uma dose generosa de protetor solar saímos rumo a Liberdade.

Demos sorte. Estavam comemorando o ano novo chinês!
Demos azar. Tava simplesmente LOTADO!

Era a micareta da china. Não conseguimos andar mais que 50 metros em qualquer direção. Os restaurantes entregavam brindes junto com os panfletinhos. Alguns davam chapéus cones, outros leques e por aí vai. Não ficamos no melhor lugar pra ver a festa, mas também não ficamos no pior. E a feirinha lá truando!

Dragões! Dragões pra todo lado! De plástico, papel, isopor, tecido, madeira, balão, desenho, grafite... Dragões!!! Hahahaha
E muitas fotos das mãos dos outros batendo fotos. E calor, e góticos (O.o) e bandas de rock. Era meio misturado o negócio lá. Assim como o próprio bairro que mistura quase todo mundo de olho puxado.

A fome bateu. Demos que dar uma volta enorme em uns três quarteirões pra achar um restaurante. E achamos o mais esquisito possível. Simplesmente porque ele fica dentro de uma Lotérica. Isso mesmo: DENTRO! Oi?
Ah é... fico dizendo nós mas não disse quem são eles né? Eu, Roberto, Ana, Thaís, Tia e o filho dela. Tá dá!

O restaurante era meio louco, também dentro de uma lotérica só podia ser, numa mesa um mister chinês comia seus macarrões e sei lá mais o que naquele monte de tigelinha e com palitinhos. Na frente dele uma dama comia salada e carne de talheres. Na outra mesa um jovem empurrava com o garfo os legumes e comia só a batata frita e o arroz. E nós degustávamos sushi. Fico imaginando quem trabalha lá. Bife e batata frita todo mundo entende, mas e se o mister chinês pede Mu Shu comofas?
Barriga cheia, fotos da lotérica bizarra e simbora conhecer a Sé, negada!

http://www.youtube.com/watch?v=pDMW_FemMOY&context=C3ac0802ADOEgsToPDskJBPkbqLHYJZKZGIeYyrVyV
http://www.youtube.com/watch?v=TCjTDMNNd2k&context=C360e58dADOEgsToPDskJMH63WvQgxdUtiDV_jeGkH


Navegar é preciso!