domingo, 22 de julho de 2012

Luz e Brás

Fomos na Luz. Fomos na linha amarela pra aproveitar pra Amanda conhecer. A linha amarela é a mais nova e os trens dela andam sozinhos. Tipo, sem piloto. No primeiro vagão tem umas janelas que dá pra ver o percurso todo. Parecíamos duas loucas correndo pra primeira entrada. A amanda não andou na esteira dos gordos - que é a esteira rolante da Consolação - talvez outra vez.

Lá na Luz saímos do labirinto diretamente dentro na estação, coisa que eu não tinha feito das outras vezes. Tinha um cara tocando piano e eu me senti na Invenção de Hugo Cabret, com todo aquele ar vitoriano na arquitetura. Entramos no Museu da Língua Portuguesa que tava tendo exposição sobre os 100 anos de Jorge Amado, mas como a Amanda tinha que ir pro curso acabamos não entrando na parte do museu mesmo. A ida pra luz já foi um mugango. No primeiro dia coloquei o despertador, mas adormeci logo após desligá-lo. No segundo ainda consegui chamar a Amanda, mas como ficamos uma esperando a outra acordar acabamos adormecendo de novo. No terceiro, enfim, levantamos.

Hoje fomos no Brás. Aparentemente a retardada aqui esqueceu de colocar o despertador e quando acordamos já passava das 11:30. Pra quem não sabe, o movimento do Brás acontece de manhã. Corremos pra lá e ainda bem que tinha muita coisa aberta. Amanda comprou sapatos, blusas e um casaco babado pra ir pra Nova Iorque. Eu comprei blusas e meias porque não vou pra Nova Iorque. Brinks. As gordas já tinham levado os casacos grandes de manhã.

Eu já disse que dava pra fazer uma gincana no North Shopping de Fortaleza. A segunda fase poderia ser na estação do Brás. ENORME!!! Ainda bem que tem umas placas dizendo pra onde a gente tem que ir, porque se não tivesse eu tava até agora lá tentando achar a saída. 

Nossos primeiros cursos acabaram e agora ambas as duas só teremos cursos à tarde. Então vamos xarlar de manhã e de noite. A Amanda promete continuar trazendo comida pro hostel e eu vou deslumbrar a todos com meu sexy appel, já que não sei fazer comida. Ah, e se alguém aí encontrar a Aline, fala pra ela que eu quero minhas calças.

Navegar é preciso.

Entrada da Escola São Paulo

Entrada da Escola São Paulo

Amanda na Luz

Estação da Luz

Estação da Luz

Pinacoteca

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa

Amanda tirando foto da Amélia

Amélia tirando foto da Amanda

Museu da Língua Portuguesa

Estação da Luz

Estação da Luz

Aula da Amélia

Equipe e professoras da Amélia

Estação do Brás

Amanda no Brás

Tio que atendeu a Amanda no Brás

Loja do Brás onde a Amanda comprou sapato

Sé (dois trens ao mesmo tempo)

Amanda no Hostel

Turma dos bolos da Amanda




quinta-feira, 19 de julho de 2012

Escola e mais comida

Essa escola não é tão boa como a outra. Em apenas três dias de aula já contei inúmeros erros. Ainda bem que não tive que vender um fígado pra fazer esses cursos. A estrutura é legal, apesar de ser pequena, mas pelo que deduzi de um outro prédio, em reforma, a escola vai expandir e aí talvez fique realmente muito boa. O que posso dizer eh que as tias são fodas. Sabem muito e da pra notar que tem muita experiencia no ramo. Isso pra mim já ta valendo, porque fazer contatos eh quase que uma obrigação pra trabalhar nesse meio. Então ainda to no lucro.

A amanda ta adorando a escola dela, que parece ser mais organizada que a minha, ja que ela ganhou uns aventais, panos de prato e tocas, e todo dia traz uma comida. Ontem foi suspiro. Todo mundo suspirou aqui no hostel.

Ontem, depois de xarlar durante a tarde, fui pra Paulista. Assisti Na Estrada no cinema da Livraria Cultura. Tomei um suco de abacaxi e hortelã, que tava delicinha e comi uma torda de algum derivado lácteo e um vegetal qualquer. Comprei o caderno mais caro da historia do universo e fui pra minha aula linda e serelepe.

Ontem tava realmente gelado. Meus pobres dedinhos estavam numa situação precária. Então lembrei das minhas luvinhas no bolso do casaco e senti o ódio dos paulistanos estampados no rosto. Eles todos com as mãos nos bolsos pra não matar os dedos de hipotermia e eu brisando com meus dedinhos quentinhos. É assim, a gente sai de casa preparado né?

Comentário desnecessário de hoje: Meu casaco é azul, meu cachecol vermelho e meu guarda chuva amarelo. Eu sou um arco iris ambulante. E experimentei um refri chamado Itubaína. Que é tipo um guaraná bem doce.

Navegar é preciso...